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Serendipidade

#1 SUGESTÕES: PASSAGEM DE ANO

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Para mim a noite de passagem de ano obriga às roupas tons escuro, abusando sempre em determinados tecidos como o cabedal, mesh, transparências ou brilhos. A colecção da H&M é amor à primeira vista! As lojas enchem-se de vestidos de festa com alças, sendo que assim é difícil não passar frio numa madrugada em Dezembro. As propostas acima tentam aliar o conforto e a elegância.

 1. Body Zara (CLICA AQUI)

2. Casaco, Calças e Camisola H&M (CLICA AQUI)

3. Vestido H&M (CLICA AQUI)

4. Camisola e Calças H&M (CLICA AQUI)

Alguns produtos não se encontram ainda disponíveis para a venda online.

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O segredo da maquilhagem traduz-se um pouco pela proporção, ou seja, não carregar nos olhos ou nos lábios em simultâneo. Se opto por um olhar mais marcante compenso com um baton nude. Pelo contrário, os lábios vermelhos pedem olhos discretos ou apenas um eyeliner fino. 

RÉALISATION PAR

Hoje venho dar-vos a conhecer uma marca de roupa fantástica, a Réalisation Par. Possivelmente irão identificar os padrões, os cortes e o design por tantas personalidades famosas como actrizes, modelos ou bloggers estarem a usar actualmente.

Foi fundada por Alexandra Spencer e Teale Talbot, impulsionada pela inspiração dada pelas mulheres que nos rodeiam no dia-a-dia e com a finalidade de nos oferecer aquilo que mais sentíamos falta no nosso guarda-roupa e essencialmente a confiança para o usar. 

Eu adoro praticamente tudo porque me identifico bastante com este estilo moderno francês, que dá uma assinatura especial a qualquer outfit e que nos permite sentir confiantes e autênticas. Eu sou apaixonada pelo vestido azul escuro às bolinhas brancas, acho intemporal! Tenho visto colecções de algumas lojas de roupas que existem por cá com modelos claramente inspirados nestes e a preços bastante acessíveis. 

Podem fazer as vossas encomendas através do site da loja: https://www.realisationpar.com

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CHROMATICS

Os Chromatics são uma banda de música electrónica formada em Oregon, quando corria o ano de 2001. A banda é formada pela vocalista Ruth Radelet, por Adam Miller, Nat Walker e Johnny Jewel.

Foi com o seu álbum Night Drive lançado em 2007 que a banda alcançou um reconhecimento alargado. Com o álbum Kill For Love, a música Tick of the Clock acabou por ser integrada na banda sonora do famoso filme Drive, sendo que a partir desta altura inúmeras músicas deste álbum apareceram em séries aclamadas tal como Bates Motel, Revenge, Gossip Girl, 13 Reasons Why, Twin Peaks.

Foi através da série Twin Peaks: The Return que conheci esta banda e apaixonei-me de forma imediata pelo seu ritmo electrónico, pelos sintetizadores, pelos videoclips que parecem saídos de autênticos filmes noir. Vale a pena darem uma oportunidade a esta banda.

 

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TWIN PEAKS

Eu sou uma fã acérrima de filmes e de séries. Sejam eles de 2016 ou até mesmo de 1960. A partir do momento em que me sinto absorvida pela atmosfera da história que me está a ser contada, pouco me importam os efeitos especiais e as edições de imagem caducas que existiam há cinquenta anos atrás. Para mim, a arte cinematográfica foca-se essencialmente na capacidade de contar uma história que nos provoca uma curiosidade quase obsessiva, um impulso de se querer desvendar as histórias cativantes das personagens e todo o processo criativo que se esconde atrás. 

Há cerca de dois anos conhecia pouco do trabalho de David Lynch. Tinha noção de que o seu conceito era bem fora do comum. Lembro-me de ouvir falar muito sobre um filme seu, o Inland Empire (2006) com o Jeremy Irons e a Laura Dern. Na altura as críticas eram bastante diversificadas, no sentido em que dividiu muitas opiniões. Para uns era uma obra de arte e para outros seria uma obra fruto da insanidade e do absurdo. No entanto, mal eu sabia o quanto eu iria idolatrar o seu trabalho depois de ter visto Twin Peaks, uma série de culto dos anos 90. Depois de me ser introduzido o mundo de Twin Peaks tive oportunidade de ver a sua grande colectânea de filmes, nomeadamente Mulholand Drive, Blue Velvet, Lost Highway, Wild at Heart e entre outros. 

Eu sou uma grande fã de bons mistérios. Além disso, tenho uma curiosidade incompreendida sobre décadas passadas. Adoro o mundo das artes ligado aos anos 50, 60, 70, 80 e 90. Desde sempre. Nunca compreendi este fascínio inato que tenho desde pequena. E ao ver Twin Peaks senti-me transportada para o passado. As roupas, os cenários, os diálogos, a atmosfera... tudo. Até o facto de mostrarem personagens de dezassete anos a fumarem tranquilamente no dinner me mostra o quão a realidade mudou até aos dias de hoje.

A série passa-se na cidade de Twin Peaks, onde a adolescente Laura Palmer é encontrada morta embrulhada em plástico. O Agente Especial do FBI, Dale Cooper, dirige-se até à cidade e começa a caça ao seu assassino juntamente com a polícia local. "Quem matou Laura Palmer?" é a questão essencial e à volta da qual a série gira. Entretanto vários mistérios sobre a vida dupla e obscura de Laura são revelados. Afinal a rainha do baile da escola não era a rapariga inocente que aparentava ser. Enquanto estes mistérios são revelados, a série acompanha a vida dos restantes habitantes em Twin Peaks. Sendo que são todos personagens sui generis, acreditem. 

E eis que me apaixonei. Por tudo. Pela história, pelas personagens, pela banda sonora fantástica. Graças a ela conheci o portofólio musical de Angelo Badalamenti. E porque esta série reune tudo: momentos de mistério, momentos de melancolia e de drama envolventes, momentos de comédia épicos, momentos aleatórios estranhos que criam uma essência única, momentos surrealistas e insanos que imprimem a assinatura de Lynch. E eu adoro este estilo estranho de Lynch.

Este ano, em Maio de 2017 a série voltou com novas histórias sobre as personagens antigas e com personagens novas. "Twin Peaks, The Return" vale muito a pena ver! 

Há ainda o filme sobre a série, "Twin Peaks - Fire Walk With Me" que foi lançado em 1992.

Não consigo explicar o universo criado em Twin Peaks sem as seguintes palavras: O mistério envolvido na escuridão das florestas húmidas e densas, no som uníssono da brisa que toca de forma leve nas folhas das árvores, o nevoeiro que invade o asfalto das estradas vazias. 

Ao ver esta série, sinto-me nostálgica por uma época que nunca vivi. Será possível?

Há um livro escrito por Jennifer Lynch sobre a personagem Laura Palmer. É seu diário secreto onde revela a sua vida dupla oculta. Quero tanto mas tanto comprá-lo.

Recomendo-vos vivamente. Vejam o meu álbum dedicado a Twin Peaks no Pinterest AQUI.

 

PS: O Dale Cooper deve ser a melhor personagem da história da televisão, adoro-o!

 

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IT GIRL: LOUISE FOLLAIN

Sigo bastantes personalidades através do Instagram, normalmente pessoas que me inspiram de alguma maneira, queiram-lhes chamar "it girls". Uma delas é Louise Follain, uma modelo francesa que não passa despercebida pelo seu estilo com uma assinatura tão pessoal e que imprime o inevitável "je ne sais quoi" francês. Uma espécie de Jane Birkin dos tempos modernos, vale a pena seguirem-na!

Instagram: https://www.instagram.com/louisefollain 

 

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LAGOM

Untitled collagelagom.jpgDepois de uma conversa com amigas numa tarde gelada de Inverno, uma delas falou-me sobre um novo conceito que tinha descoberto: o Hygge. Esta palavra tem uma origem Dinamarquesa e tem sido bastante enunciada uma vez que a Dinamarca foi considerado o país mais feliz do mundo no último relatório feito pela ONU e isso poderá estar relacionado com o Hygge. O Hygge pode traduzir-se por bem-estar, pela paz e pelo conforto, necessário sobretudo em ambientes escuros e frios, como são os países nórdicos. 

Interessei-me bastante por este conceito e decidi fazer uma pesquisa, até que encontrei o Lagom, palavra de origem sueca. Sou uma grande admiradora da cultura sueca e da cultura nórdica em geral, sendo que isso só ajudou a aguçar a minha curiosidade. Lagom significa "medida certa" de forma a alcançar uma vida equilibrada. No fundo baseia-se um pouco no Hygge, na ideia do bem-estar e do minimalismo como caminhos para o equilíbrio. Consciencializarmo-nos em relação ao ambiente, valorizar pequenos momentos com aqueles que nos importam, fazer exercício físico, reduzir o consumismo, libertarmos uma hora do nosso dia para fazermos algo que nos faça sentir bem (mesmo que seja beber um chá quente enquanto lemos um livro debaixo das mantas, apreciar comida saudável... no fundo reduzir o stress que nos rodeia diariamente, de forma a que nos tornemos pessoas mais produtivas, bem-dispostas e felizes.

Acabei por descobrir o livro "Lagom: A Arte Sueca para uma Vida Equilibrada" de Linnea Dunne que fala sobre este estilo de vida. Ainda não o comprei mas adorava investir porque acho realmente importante arranjarmos uma forma de fugir ao stress que nos é imposto constantemente por esta sociedade frenética e aprender a viver um dia de cada vez apreciando o que a vida tem de melhor. 

Tenho um álbum no Pinterest dedicado exclusivamente ao Lagom, clica aqui

CONTACTOS

Para qualquer informação ou questão (dúvidas, parcerias, outros) contactar:

Carolina Ferreira - dactilografias@gmail.com

ABOUT

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Chamo-me Carolina e nasci em 1995. Sou estudante de Direito, no entanto o meu mundo não é apenas o jurídico. Não sou uma iniciante neste mundo dos blogues, uma vez que a paixão inata pela escrita fez com que eu criasse o meu primeiro aos 11 anos, quando corria o longínquo ano de 2006. Graças a isto cheguei a ir à televisão pelo menos duas vezes e conheci inúmeras pessoas  inspiradoras pelo caminho.

Entretanto cresci e outras responsabilidades acabaram por aparecer, o que fez com que eu fizesse uma pausa na escrita para me dedicar a outras coisas. No entanto, a paixão pelas palavras, pela fotografia, pelo cinema, pela literatura, pela arte, pela moda, por personalidades importantes e por tudo aquilo que me inspira fez-me criar esta página. Chama-se serendipidade uma vez que é uma palavra que descreve em muito a minha visão sobre a vida. Serendipidade é um aglicismo que traduz as descobertas que são feitas por mero acaso, uma forma especial de criatividade, traduz o potencial criativo de uma pessoa. Para mim, a observação de cada detalhe, por mais ínfimo que seja faz-me ganhar novas perpectivas sobre a vida. Nem que seja uma fotografia de uma paisagem, um poema escrito por um poeta amador, um simples livro, uma música. Tudo isto se traduz na minha maneira de estar e de olhar para a vida com positivismo, minimalismo, criatividade e senso de observação. 

Espero que consiga inspirar-vos da melhor forma!